Gumby With A Pokey

Série: Two And A Half Men

Temporada: 7ª

Episódio: 21

 

Two And A Half Men #6

 

I was busy! I lost your number! I was out of town! You had a penis! And you, I don’t know that thing was…

 

Demorou, mas finalmente um assunto popular chega a série: Maconha. Um assunto que costuma vir cedo nas séries que o usam, mas que Chuck Lorre esperou 7 temporadas para puxar da manga com esta série.

 

Em uma virada de eventos interessantes, houveram alguns destaques, mas o episódio, por vezes, foi bem falho. Jake vem perdendo o foco e episódios desta temporada vem demonstrando potencial no personagem, o que indica a clara falha do roteirista.

 

Ao início do episódio (um início até bom), vemos que Alan é o que carregará a tocha neste episódio e Charlie ficará meio de lado (ainda assim a atuação não está mal – Charlie Sheen está de volta ao seu ápice)

 

É aí que Jake entra, com um texto até bom e convincente. Porém, a medida que tal texto prossegue, a tentativa começa a parecer suspeita e, depois de um certo tempo, percebe-se que não há muito o que se oferecer. Inclusive ganhamos mais uma piada em relação aos (convenhamos que são sim espetaculares) seios da Chelsea. Meu problema não é com a quantidade, mas com a qualidade e a execução ali foi terrível.

 

Após tal execução, porém, é que a mesa vira e quando a viagem começa vemos que o alan desacelera e a história começa a pegar fogo do lado de lá, enquanto Charlie se mete em uma posição suspeita quando acaba conseguindo maconha.

 

O personagem do doutor é fraco, mas não contribui negativamente. Muito pelo contrário, apesar da Dra. Linda fazer um trabalho claramente melhor. A conversa relacionada à prescrição médica foi uma boa idéia.

 

A partir daí, uma análise interessante do passado de Charlie toma lugar (afinal, se é para utilizar de um recurso extremo como maconha, é melhor seguir o ritmo), que só é diminuído pela ausência de algumas personagens de destaque. Linda (a juíza, não a doutora) é uma das personagens que foi bom rever.

 

Rose e toda a paranóia que ocorre na sua cena é certamente alvo fácil de destaque e claramente o ponto alto do episódio, isso sem sequer muita participação da mesma. Sensacional.

 

Para fechar o episódio, um final mais-do-que previsível toma cena, mas, apesar de ser previsível, foi inesperado e bem executado. Apesar de alguns obstáculos, o episódio começa bem, possui boa atuação, tem um ápice e termina bem. Um sucesso.

 

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~ por Bruno Santos em quarta-feira, 19 de maio de 2010.

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